No inicio, era tratada como uma espécie de histeria, loucura, até mesmo como uma possessão demoníaca.

Depois de alguns estudos e esclarecimentos sobre o assunto, vimos essa visão ser atenuada, onde alguns passaram a enxerga-la como um carma, uma divida, um castigo enquanto que outros, enxergavam como se fosse um “dom especial”, coisa de gente “evoluída” espiritualmente, um poder.

Mas será que mediunidade é tudo isso o que dizem?

O que vem a ser mediunidade?

Todos nós, que nascemos num corpo sadio, trazemos aquilo que se convencionou denominar de cinco sentidos sensoriais básicos: audição, visão, tato, olfato e paladar.

Podemos então, refletir a mediunidade como mais um desses sentidos básicos, visto que todos nascem com esse “sexto sentido”. Porém, tal como todos os outros, o possuímos em maior ou menor grau e com características que se adaptam a particularidade de cada indivíduo.

Ou seja, não existe um médium, nem uma mediunidade igual a outra.

Acontece que esse sexto sentido, amadurece na grande maioria das pessoas bem mais tardiamente que os outros, sem regras e sem aviso.

Quando ela, a mediunidade floresce pode trazer consigo alguns contratempos que podem inclusive causar distúrbios psíquicos, emocionais e até mesmo físicos. Principalmente quando não existe o conhecimento da sua existência ou de suas características.

Por isso a mediunidade deve ser visto como algo natural e importante a todos nós e que deve ser vista, entendida, estudada e desenvolvida por todos. Pois o processo de descobrimento mediúnico auxilia no nosso amadurecimento como ser e na evolução de nosso espírito.

Nosso curso visa o descortinar desse sentido ainda tão pouco conhecido pela ótica da Umbanda, mas também, a olhando através de outros prismas, ou seja pelo modo de ver e entender de outras escolas mediúnicas, facultando ao aluno uma visão ampla e aberta a cerca da mediunidade.